Um mundo macabro, um mundo que era familiar para ele, do qual não se olvidava, era um mundo de dor, tinha apenas seis anos quando já tinha passado pelas maiores experiências. Tinha 20 anos de idade quando começou o seu primeiro relacionamento, ela tinha apenas 18, ele dês dos seus seis anos que só queria adrenalina, aventura, e andanças. Mas se lhe perguntavam se amava a sua namorada ele diria que sim, porque realmente eles amavam-se. Tinham as suas discussões como qualquer casal da idade deles, não pretendiam muito mais do que serem felizes. Ele pertencia a uma equipa de futebol. Houve um treino em que todos acordaram alugar uma casa e dar uma pequena festa, e assim foi . Ele levou a sua namorada como alguns dos seus colegas de equipa. Chegaram à tal casa, tinha o seu ar estranho, porta aberta para trás, tinha apenas seis janelas, de todas elas saiam luz, as luzes da casa encontravam-se todas acesas, saíram do carro, ouvia-se musica, com muita batida. A rapariga não estava a gostar nada daquilo, desagravava nas reaçoes do namorado, ele parecia calmo, parecia que já tinha vivido aquilo varias vezes, aquilo não lhe era desconheçido. Entraram, subiram para o salão, passaram pelo corredor da casa que estava com latas de cerveja pelo chão. A namorada do rapaz não estava a gostar nada daquele ambiente, muito menos quando entrou no salão. Alinhavam riscos em cima da mesa, pegavam numa nota, enfileiravam nas narinas e cheiravam, aquilo ainda lhe pareceu mais esquisito depois disso, ela já tinha visto cenas daquelas em filmes. Pediu ao namorado para se irem embora, o namorado pediu para ela não ser a “cortes”, e cortar a divertimento por ali, ela continuo, contra a sua vontade!
Aquilo continuou todas as semanas iam aquela casa, tanto que a rapariga já tinha pedido ao namorado para não voltar lá mais, mas o medo que ele ficasse irritado ou até pior, que acabasse com ela . Ouve uma noite, uma sexta, era dia 13, ela era preconceituosa, estava achar aquilo tudo muito, muito estranho. Dirigiu-se até aquela casa, ia a um quarteirão da casa já ouvi a musica, começou a ficar fria, parou em frente à casa, acendeu um cigarro tirou dois bafos e deitou o cigarro para o chão, pisando de seguida com o seu pé direito. Entrou estavam pessoas no chão estendidas sobre os seus próprios vómitos, com garrafas no chão. Olhou o fundo do corredor estava lá o namorado deitado com uma seringa do seu lado, chegou o rosto perto do rosto dele, ele não respirava, transpirava imenso, estava em estado de overdose, ela sentiu como o mundo lhe tivesse caído em cima, as lágrimas corriam-lhe o rosto, pegou na seringa espetou no seu braço e deixou-se ficar…
Aquilo continuou todas as semanas iam aquela casa, tanto que a rapariga já tinha pedido ao namorado para não voltar lá mais, mas o medo que ele ficasse irritado ou até pior, que acabasse com ela . Ouve uma noite, uma sexta, era dia 13, ela era preconceituosa, estava achar aquilo tudo muito, muito estranho. Dirigiu-se até aquela casa, ia a um quarteirão da casa já ouvi a musica, começou a ficar fria, parou em frente à casa, acendeu um cigarro tirou dois bafos e deitou o cigarro para o chão, pisando de seguida com o seu pé direito. Entrou estavam pessoas no chão estendidas sobre os seus próprios vómitos, com garrafas no chão. Olhou o fundo do corredor estava lá o namorado deitado com uma seringa do seu lado, chegou o rosto perto do rosto dele, ele não respirava, transpirava imenso, estava em estado de overdose, ela sentiu como o mundo lhe tivesse caído em cima, as lágrimas corriam-lhe o rosto, pegou na seringa espetou no seu braço e deixou-se ficar…

Que cena, mas é a realidade! ;o
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